Imagem: Divulgação
Disponível na Netflix, Chappie é aquele tipo de filme que encaixa perfeito no fim de noite: você dá play sem muita cerimônia e, quando percebe, já está envolvido por uma história de ação e ficção científica com um coração inesperado.
Lançado em 2015 e dirigido por Neill Blomkamp, o longa aposta em um futuro próximo na África do Sul para discutir tecnologia, controle e responsabilidade. E faz isso com ritmo, tensão e um conflito bem direto entre quem acredita na evolução e quem quer manter tudo sob rédea curta.
Em um futuro próximo, a África do Sul decidiu substituir os seus policiais humanos por uma frota de robôs ultra resistentes e dotados de inteligência artificial. O criador destes modelos, o brilhante cientista Deon (Dev Patel), sonha em embutir emoções nos robôs, mas a diretora da empresa de segurança (Sigourney Weaver) desaprova a ideia.
Um dia, ele rouba um modelo defeituoso e faz experiências nele, até conseguir criar Chappie (Sharlto Copley), um robô capaz de pensar e aprender por conta própria. Mas Chappie é roubado por um grupo de ladrões que precisa da ajuda para um assalto a banco.
Quando Vincent (Hugh Jackman), um engenheiro rival de Deon, decide sabotar as experiências do colega de trabalho, a segurança do país e o futuro de Chappie correm riscos. A partir daí, o filme cresce justamente na dúvida central: o que acontece quando uma criação ganha autonomia num ambiente que só oferece medo, interesse e violência?
Sharlto Copley dá personalidade a Chappie, o robô que aprende por conta própria e vira o centro emocional do enredo, funcionando como espelho das pessoas ao redor: tudo o que ele recebe, ele devolve.
Dev Patel interpreta Deon, o cientista por trás da frota de policiais-robôs e o motor da virada do filme, porque é ele quem insiste em ir além do utilitário e testar o que a inteligência artificial pode ser quando encontra afeto e consciência. Hugh Jackman vive Vincent, o engenheiro rival que vira a força de sabotagem do roteiro, uma presença que coloca urgência em cada decisão e empurra a história para um confronto inevitável.
Vale, especialmente se você gosta de ficção científica que não fica só no brilho da tecnologia. Chappie tem ação, tensão e um conflito corporativo bem definido, mas o que prende mesmo é o contraste entre a inocência de quem está aprendendo a existir e a brutalidade de um mundo que trata consciência como ameaça.
Neill Blomkamp conduz a ideia com pegada de cinema de gênero: cenas de perigo, escolhas morais em tempo real e um senso constante de que algo pode dar errado a qualquer momento. Ao mesmo tempo, o filme não transforma seu robô em enfeite: Chappie é personagem, não acessório, e a trama depende do modo como ele absorve o que vê.
Para um fim de noite, funciona por um motivo simples: é entretenimento com assunto para ficar na cabeça depois. Se você quer ação sci-fi com Hugh Jackman em um papel decisivo para a tensão do enredo, é só ir direto na Netflix e dar play em Chappie.
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